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Adote um Gatinho


Gregório ganhou um lar!!!!!!

E não poderia ter sido um lar melhor.
Obrigada, Ana, pela paciência, pelo carinho, pelo amor.
Muitos beijos no meu príncipe rebelde :)
Susan

---

"Quando me ofereci para ser lar temporário do Gregório, sabia que existia a possibilidade de eu acabar me apaixonando por ele.  O que eu não esperava é que tudo fosse acontecer tão rápido.

 

Li o depoimento da Luana aqui no site da AUG (28/07/09) e fiquei morrendo de pena do gatinho encalhado que havia sido rejeitado e devolvido por duas vezes.  DUAS VEZES... que triste!  Como minha família já é grande (para os que não me conhecem, historinha e fotos no post de 7/7/09), pensei em levar o Gregório para casa e amansá-lo, pois lindo daquele jeito e dócil, arranjaria um lar bacana em dois tempos!

 

E assim foi.  A Susan tomou um baile para conseguir pegá-lo no quintal e quase não me entregou o pimpolho, com medo de que ele fosse sofrer ainda mais.

 

O começo foi complicado.  O Gregório ficou cinco dias quase sem comer, escondido atrás do sofá.  Depois de algum tempo (e muuuuiiiitossss whiskas sachês...), passou a tomar sol na varanda e a nos deixar chegar perto.  Só não podíamos tocá-lo.

 

Eu sempre me deitava no chão (se sentasse no sofá ele fugia) e ficava falando bem baixinho, desejando bom dia e explicando que jamais iria permitir que alguém lhe fizesse mal novamente.

 

Até que uma noite ele ficou em pé me olhando na porta de vidro e eu morri de pena de deixá-lo ali sozinho.  Resolvemos soltá-lo pela casa e, para nossa surpresa, ele veio até mim com o rabo em pé e se enroscou na minha perna!!! Fiquei tão feliz, que comecei a rir e chorar ao mesmo tempo!

 

A partir daí, os progressos foram acontecendo relativamente rápido.  Um dia acordamos com o Gregório miando na porta do quarto.  Dois dias depois, ele estava comendo e conseguimos fazer carinho nele pela primeira vez!  Claro que existem altos e baixos, ele ainda foge quando tentamos nos aproximar e passa grande parte do dia embaixo da mesa da sala.  Mas é tão bonitinho vê-lo lutando contra os próprios instintos e se esforçando para confiar na gente...

 

Tudo isso me fez ficar um pouco mais triste com a humanidade.  Que tipo de pessoa rejeita um gatinho que não fez nada e recusa a oportunidade dele se adaptar e ser feliz?  O Gregório precisou de apenas 20 dias para começar a confiar na gente, respeitados os seus limites.  O que é isso perto de uma vida inteira de amor e companheirismo?  Quantos gatos no quintal da Susan são absolutamente amansáveis como o Gregório e ficam lá, pacientes, esperando sua vez que nunca chega?

 

E foi aí que percebemos que não seríamos capazes de deixá-lo ir embora.  Não poderíamos admitir que ele se sentisse rejeitado mais uma vez.  Que ficasse imaginando o que poderia ter feito de errado e ter que começar tudo de novo, em uma nova casa.  Um gatinho que só precisa de amor, carinho e atenção, mas sofreu tanto na vida, merece uma chance.

 

Por isso, escrevo para contar que estamos adotando nosso quinto filhinho, Sr. Gregório Pudim, vulgo Yuzu (entrou na minha casa, ganhou nome de comida!).

 

Não sei quando conseguirei fazer carinho nele de novo – às vezes conseguimos, às vezes não - nem se algum dia ele parará de se esconder a cada passo que a gente dê pela casa.  Não sei se deitará no meu colo ou se enroscará nas minhas pernas mais uma vez.  Mas não me importo.  Ele é extremamente amado e especial do jeitinho que é: lindo, medroso, comportado e querido (um pouco rabugento, é verdade...).

 

Gregorinho, seja muito bem-vindo!  Espero que você seja tão feliz nessa casa, como eu estou agora por recebê-lo.

 

Para finalizar, gostaria de agradecer à Luísa, por toda ajuda de sempre, e à Susan, por ter confiado em mim e cuidado do meu bebê até hoje.  Vocês são pessoas iluminadas, que merecem tudo de melhor que existe no mundo!

 

Porém, mais especialmente, gostaria de agradecer ao Cazé, meu marido, melhor amigo e companheiro de todas as horas, por ter me apoiado, aceitado outro bichinho em casa, quando sei que não queria, e por recebê-lo de braços abertos, só por perceber como era importante para mim.  Obrigada por ter me dado o presente de aniversário mais perfeito do mundo!

 

Beijos

Paula (Häagen Dazs, Panqueca, Figo, Chandon e Gregório Pudim-Yuzu)".


 

 



Escrito por Susan às 13h23
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E eu adotei a Chica!

Faz quase 2 anos que eu cuido da Chica. Fui eu quem a levei para a cirurgia na coluna e nas pernas quando ela caiu do sétimo andar e foi abandonada pela dona que disse que não queria mais a gata. Eu cuidei dela no pós operatório, muito sofrido por sinal. Apliquei as injecões, troquei os curativos, ela só fazia xixi e cocô se eu fizesse massagem, ficava toda suja, eu limpava... e assim ela foi melhorando...

Quando alguem brincava: ah, mas e quando aparecer alguem que queira a Chica depois de tudo que vc fez? Eu imediatamente respondia: Ahhh, eu levo na mesma hora. E meu marido ainda completava: com estoque de fraldas para a vida toda.
E aí eu reclamava para todo mundo que a Chica é uma chata, que resmunga, que bate nos outros gatos, que é cheia das manias, que tira a fralda e sai arrastando a bunda suja pela casa e deixando cocô pelo caminho...

Mas esse alguem não aparecia, e o tempo foi passando, passando...

Até que semana passada apareceu uma mãe maravilhosa para a Chica. A Gabi já adotou uma gatinha com a Susan, é voluntária em outra ONG e com seu coração de ouro, queria adotar uma gatinha deficiente.
Tudo combinado, e uns 3 dias antes, a Chica subiu na cama, coisa que nunca faz, deitou na minha barriga e ficou me olhando.
No dia da entrega, tive um crise de choro. Cheguei na casa da adotante chorando, e fui embora chorando. Com a Chica. Horas depois, a notícia se espalhou porque uma voluntária me ligou e me pegou chorando. Quem me ligava, tinha que ouvir toda a história de novo, entre os meus soluços.

Inexplicável. Eu nem sabia que eu amava a Chica. Juro que não. Achava que ela era mais uma temporária que eu devia cuidar e doar, como faço com todos.
Mas pensar em não ver mais ela ao lado da minha cama, cozinhando ao lado do aquecedor, tomando sol na sacadinha, arrastando o bumbum sujo pela casa e eu correndo atrás dela com a fralda, me fez ver que eu adotei a Chica. E eu nem sabia! rs

Do mesmo jeito que quando o apelo para ajudar ela chegou até mim já com a recomendação de sacrificar a gatinha que até então eu nunca tinha visto sequer uma foto, e algo me disse para ajudar, agora aconteceu isso.
Falaram que ela nunca mais iria andar, que era melhor sacrificar, mas o ortopedista quis tentar, ela queria viver e olha só. Estava tudo preparado para nós duas.

Felizmente, a Gabi, a adotante que é uma graça de menina, entendeu minha situação e no dia seguinte adotou uma gatinha escaminha e sem orelhas na Uipa! :-)

Para as madrinhas da Chica, quero agradecer toda a ajuda nesses anos, todo o carinho, as mensagens de apoio e dizer que ela agora é oficialmente parte da minha família, e que agora que ela não precisa mais, acho que o bocão é um excelente candidato a ganhar as madrinhas da Chica! rs

E agora a Chica não é mais Chica. É Chica Bussab.

A todos que de uma forma ou de outra estiveram presentes durante todo esse tempo e ajudaram a Chica, meu muito obrigada. Agora Dona Chica Chicolina também tem uma mamãe!
beijos felizes


 



Escrito por Juliana Bussab às 01h49
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Um pedido...

Meu nome é Nena. E eu ganhei este post no blog porque a Tia Susan não aguenta mais olhar pra mim e me ver presa.
Faz 3 meses que eu moro numa gaiolinha, sabem? E eu era uma gatinha tão livre, tão solta, tão feliz...

Em Maio, a avó do marido da tia Susan morreu. E no velório ela me conheceu. 
Eu ficava ali rondando as pessoas, pedindo carinho. Alguns me pegavam no colo, outros me espantavam...
Eu cresci ali, sozinha, vivendo do carinho dos que passavam e das migalhas que me deixavam...

A tia Susan ficou com dó de mim e preocupada por eu ser fêmea, ter bebês e começar a povoar o cemitério de gatinhos.
Então do velório ela seguiu para o enterro. Na volta, ela ia me levar pra casa, mas não me encontrou...

A tia voltou pra casa arrasada e passou dias e dias só pensando em mim.
À noite, depois do trabalho, ela chegou a ir ao cemitério duas vezes para me procurar. Mas eu não apareci.
Na terceira vez ela fez diferente, foi falar com a administração do cemitério, para ver se sabiam por onde eu andava.

Os tios explicaram que eu gostava de gente, que a tia Susan não me achou nos outros dias porque não havia velório ou enterro.
Eu ficava escondidinha sabe-se lá onde e quando rolava um bololô de gente eu aparecia!

Então eles prometeram me capturar e ligar para a tia Susan, que mora beeeem longe dali.
E assim foi.

Fui castrada, vacinada, vermifugada, esse tempo todo em gaiolinha. E quando chegou a hora de eu me juntar à turminha do quintal, que desastre!
Bem, o fato é que eu não gosto de gatos, eu bato muito feio neles. Feio, feio, feio mesmo!  
Mas eu não sou má, só não gosto deles, oras!

Por causa disso, infelizmente há 3 meses eu estou na gaiolinha e o pior? Sem previsão de liberdade.
Eu sou uma gatinha com espírito livre, eu corro muito, brinco muito, sou saltitante, alegre. Pareço um coelhinho!
Peço para sair, mas a tia Susan tem gatos por todas as partes, eu não posso sair :(

A tia Susan pensou em me devolver pro cemitério, porque ali eu reinava, corria, brincava, me escondia...
Mas o tio da administração falou que muita gente ia reclamar de mim e que era um alívio saber que eu não correria mais riscos.

Ali no cemitério eu levava alguns chutes, sabe? Eu sei que sou sem noção, que eu pedia carinho na hora errada, que eu até subia em cima dos caixões para chamar a atenção, mas tem gente que não entende! rs

Tia Susan então ficou com medo de me devolver e acontecer algo ruim comigo, mas o dia de eu ser adotada não chega... e eu vejo tantos gatos serem adotados aqui no site todos os dias... e nenhum formulário chega pra mim. Quando chega é alguém que já tem gatinhos ou cachorros ou mora em casa aberta...

Por favor, tias, se alguém tiver um cantinho pra mim - DESDE QUE EU SEJA FILHA UNICA e SEJA UMA CASA OU APTO SEGUROS - me adote.
Até quando vou ficar na prisão? Estou muito triste.

Nena




Escrito por Susan às 15h34
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Cartinha!

“Olá! Vocês sabem quem está na folhinha do calendário do AUG esse mês? Não?!?!?! Então pegue o seu calendário e olhe... eu espero. Vou dar uma dica: é a gata mais bonita do calendário!

Sou eu, a Sol, e agora me chamo La Niña. Fiquei miando para o papai e a mamãe me deixarem escrever uma cartinha para o blog.
Para quem não lembra me encontraram em uma casa abandonada com mais alguns gatos. O AUG retirou a gente de lá e quando foram me castrar, perceberam que tinha algo errado dentro de mim. Aí foram exames e mais exames, até que um dos meus rins foi retirado. Se o pessoal do AUG não tivesse aparecido, nem sei se eu estaria escrevendo essa cartinha hoje...

Tenho uma vida normal, mas de vez em quando me levam para fazer exame e tem um homem de branco que fica me furando e pedindo xixi. Sai fora!
Fora isso,  é só alegria! Quer dizer, quase tudo é alegria. Papai  e mamãe me adoram, eles fazem tudo que quero, mas tem outros gatos na casa que ficam me incomodando. Tudo bem, eu admito, sou ciumenta, adoro exclusividade, mas quem não gosta??? O único gato que não dou um chega pra lá é o Avalanche. Ele é bonzinho, me faz carinhos e se parece muito comigo. Já me falaram que ele veio da mesma casa abandonada e que é meu filho.
Será?!!??! Pelas fotos, o que vocês acham?

Queria agradecer a todos que cuidaram de mim, torceram pelo sucesso da cirurgia e que torcem até hoje para que eu sempre seja uma gata linda e saudável!

Nina"

 



Escrito por Susan às 13h57
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Notícias da ninhadinha!

O vídeo ficou enorme, quase 5 minutos, mas é que eles são tão delícias que eu perco a noção do tempo! rsrsrsrs

Eles agora tem mais espaço. Mas de noite é só entrar com uma latinha de comidinha que todo mundo me segue até o banheirinho! rs

Divirtam-se!

 



Escrito por Juliana Bussab às 23h45
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precisa dizer alguma coisa?

tá bom vai, me rendi aos carinhos da tia depois de 8 meses de medo e pânico! heheheheh

não é que parece que alguns humanos são legais...



Escrito por Luisa às 16h31
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