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Adote um Gatinho


aug no dia dia [band]

neste sábado a dani e eu, ambas voluntárias do aug, demos uma entrevista muito legal sobre como nos apaixonamos por gatos e como eles mudaram nossas vidas!

apesar de jornalista, eu morro de vergonha. ok, quem me conhece fala que isso é mentira, mas a gente sempre dá uma travada em frente às câmeras!

mas o que a gente não faz pelos gatos, não é? ainda mais que tive a oportunidade de falar um pouco do aug e do nosso trabalho.

espero que gostem!

Basta clicar aqui >Dia Dia - Tv Band<

beijos enormes!



Escrito por Luisa às 16h15
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Mais Cartinha!!!

Há alguns dias recebemos este e-mail da Juliana. Ela e o namorado haviam adotado a Lisa, que, como vocês viram no último boletim, virou estrelinha. Depois que a Lisa se foi, eles foram à minha casa conhecer a Carmina, uma menina linda e pretinha, assim como a Lisa.

Eu estava em Porto Alegre, então a Luisa os recebeu por mim. Eis que os irmaõs Erik e Henri, que sempre foram muito assustados e não se mostravam às visitas, resolveram dar um show e conquistaram o coração do casal.

A Luisa me ligou e disse "repita comigo: Luisa, eu te amo e te amarei pelo resto de minha vida". Eu repeti (hehehe), e disse "o que tu aprontou?". Ela falou "doei o Erik e o Henri". Pulei de alegria, nem acreditei! Todas as meninas sabiam como eu queria doar os dois juntos, mas não conseguia. Aliás, nem separados, rs. É que a hora deles ainda não tinha chegado. Agora eles tem um pai e uma mãe maravilhosos. Mais do que merecido. Eu sinto MUITA falta dos dois, afinal ficaram em casa quase 6 meses, mas tenho certeza que não poderiam ter ganhado pais melhores.

Olhem que lindo o e-mail da Ju:

"Oi tias Elisa, Lucy, Luísa e todo mundo da AUG!

Demorou, mas finalmente consegui juntar umas fotinhos e umas peripécias
pra contar do Indy (que se chamava Erik) e do Sinatra (ex- Henry)...
Como vcs sabem, os dois chegaram num momento bastante triste pós-Lisa e,
no fundo, eu e o Caio (meu namorado) não sabíamos ainda o que esperar de
outro gato, apesar de querer muito que nossa casa fosse habitada por
essas criaturinhas adoráveis. A gente foi no feriado conhecer os
gatinhos da casa da "tia Elisa", com a intenção de, quem sabe, adotar
um(a) gatinho(a) só... Mas eis que dois irmãzinhos fizeram tanto charme,
mas tanto charme, que no mesmo dia e indo contra qualquer sanidade
mental que ainda restasse em mim e no Caio, a gente sequestrou os dois
(com a ajuda da Luísa, já que a tia Elisa tinha ido viajar).

Foi uma loucura, os dois chegaram em casa e já foram se esconder entre a
mesa e as cadeiras da sala de jantar, um desespero só! Não podiam ser
mais diferentes da minha pretinha querida, que tinha chegado "chegando"
e que pedia carinho o tempo todo... Eles não queriam saber de papo! E
assim ficaram por uma semana inteira, só saindo do esconderijo à noite,
pra comer e fazer suas necessidades (o que foi um alívio, pois só de
olhar pra caixinha de areia deu pra ver que eles estavam saudáveis até
demais). A gente já tava ficando preocupado, achando que eles nunca iam
sair debaixo da mesa, quando numa bela madrugada, a gente não conseguiu
dormir... Era barulho de gato correndo pra lá e pra cá, barulho de gato
subindo sabe Deus aonde e arranhando sei lá o que e, quando a gente
finalmente acordava pra ver se eles estavam vivos e se a casa não havia
sido destruída, lá estavam os dois, com a maior cara de inocência,
debaixo da mesa. E foi assim por mais alguns dias, os dois escondidos
durante o dia e enlouquecidos durante a noite.

Já tava quase indo acampar no trabalho, pra ver se eu conseguia ter uma
boa noite de sono, quando eles resolveram perder o pudor e começar a
bagunçar na nossa presença (isso num final de semana). E agora eles
quase que gostam da gente, porque até cochilar no sofá e seguir a gente
pela casa eles seguem (mas só quando não estão doidos um atrás do
outro). Eles já sabem que eu sou a moça que dá comida e já não ficam tão
em pânico quando passo aspirador na casa (da última vez eles nem se
esconderam em cima do armário da cozinha). O Indy adora comer cadarço,
principalmente do Caio e o Sinatra AMA um carinho na barriga e, apesar
de ser mais tímido, é o que mais mia e (agora eu sei) é ele que fica
tirando o Indy do sossego. Eles só não gostam de visita, mas também não
os culpo, já que todo mundo que chega quer apertar os dois. Enfim, eles
são o par de gatos mais gostosos do mundo e nós estamos muito, mas MUITO
felizes com essas duas praguinhas, mesmo quando eles comem papel
higiênico ou agem como dois fugitivos de hospício (aliás, principalmente
quando eles fazem essas coisas, pois eles são muito engraçados). O único
problema é que eles vão virar dois delinquentes mimados, porque a gente
não consegue dar bronca, mas até aí, acho que eles sbrevivem hehehe.

E finalmente, aí vão umas fotinhos dos dois pilantras no seu novo habitat...
Bjos pra todas e muito obrigada por tudo.
Ju"

Não são lindos? Sou completamente apaixonada por esses dois...

Lu, eu te amo e te amarei pelo resto da minha vida, tá? rsrs

Beijos!



Escrito por Elisa às 13h54
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CARTINHA - AÊ!!!!

"Faz quase 60 e 40 dias, respectivamente, que o Figo e o Chandon (ex-Lenny) chegaram em casa.

Desde pequena sempre fui cachorreira e desvendar esse maravilhoso mundo dos gatos tem sido uma experiência fantástica para mim.

No começo foi difícil conciliar tudo.... Dividir carinho, atenção e cuidados entre quatro bichos (para os que não me conhecem, tenho também dois cachorros. É praticamente um vício!), trabalhar, organizar a casa, cuidar do marido e de mim mesma foi complicado.

Para completar, quando o Chandon chegou, o Figo – conhecido como “um doce” de gato – ficou alucinado de ciúmes. Não deixava o coitadinho sair de cima da adega (o que explica o novo nome), comer, beber água, nem usar nenhuma das caixinhas de areia. Batia nele o tempo todo, não ficava mais no meu colo e se eu tentasse pegá-lo me dava patadas. Virava a cara mesmo, parecia gente! Fiquei desesperada.... Comecei a achar que, na tentativa de fazer uma coisa boa, havia estragado tudo e estava fazendo o Figo sofrer. Pior, achava que estava “maltratando” o Chandon, que teve uma história de vida tão triste e agora nem comer conseguia!

Foi uma loucura! Mandava e-mails desesperados para a Luísa, tentava conciliar os dois de todas as formas e nada surtia efeito. Três semanas se passaram e os progressos eram mínimos. Até que um dia, sem mais nem menos, cheguei do trabalho e os dois estavam dormindo juntos no sofá! Nossa, que alívio!

A partir daí, começou a segunda fase: fazer o Chandon se adaptar a nós. Por tudo que já passou (apanhou, foi envenenado, atropelado e ficou temporariamente cego), ele é bastante assustadinho e tem medo de tudo. Basta alguém falar mais alto, fazer um movimento brusco ou simplesmente andar pela casa, que ele desaparece. Quando encostamos nele – mesmo que ele tenha vindo pedir carinho – se estremece todo, uma judiação.

Nos primeiros dias, mal víamos a carinha do Chandon. Eu sentava ao lado da adega e ficava falando baixinho, esperando que ele se sentisse seguro. Com o tempo, ele começou a me deixar fazer cafuné e até fechava os olhinhos para aproveitar o paparico. E assim foi, até que uma noite ele rastejou para o meu colo e se aninhou, tremendo de medo. Fiquei tão feliz, que comecei a chorar!

Agora, passada essa fase turbulenta, posso dizer que a satisfação de chegar em casa e ver meus quatro bebês me esperando na porta, faz tudo valer MUITO a pena. Os gatinhos estão bem adaptados e me ensinam cada dia uma coisa nova. A convivência com os cachorros é bastante pacífica, embora eles não fiquem no mesmo ambiente.

E para aqueles que acreditam na bobagem de que “gatos não gostam dos seus donos”, fica aqui o depoimento de uma cachorreira que está completamente apaixonada e surpresa com seus novos filhinhos. Eles são super carinhosos, me seguem o tempo todo, arranham a porta do quarto até eu deixá-los entrar e, quando me vêem, pulam correndo no meu colo com o “motorzinho” ligado.

Fiz questão de escrever para o blog, porque gostaria que as pessoas soubessem que, apesar das dificuldades, os benefícios de abrir o coração e dar oportunidade para gatinhos menos procurados são infinitos!

O Figolino Figueiredo é um pretinho lindo, que só traz sorte e alegria. Por mais que eu tente, não consigo entender a ignorância das pessoas que pensam que um serzinho tão inofensivo possa “dar azar” só por causa da cor do seu pelo!

O Chandon, por sua vez, veio adulto, sofrido e cheio de traumas, mas se mostrou um gatinho doce e carinhoso, que ainda é desconfiado e tem muito medo, porém parece agradecer todos os dias apenas por ter colo, comida, cama quentinha e proteção.

E no final das contas, quem agradece aos voluntários da AUG - em especial à Luísa - sou eu, por ter tido o privilégio de ser mãe de dois gatinhos tão especiais e poder ver minha família cada dia mais linda e feliz!

Beijos e lambidinhas.

Paula, Figo e Chandon".

Os bebês Panqueca e Häagen-Dazs

O Figolino lindo da titia

E o Chandon, que aqui no site chamava Lenny =)



Escrito por Luisa às 10h17
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Notícias da Esperança

Oi Tias e Tios que acompanham nosso blog

Vim lhes mostrar a Esperança na casa nova!!

Ela é muito querida por aqui e desde que chegou não recebeu nenhum fuzzz( coisa rara numa

grande família: 8 irmãos, 9 com ela)

Olha que gordinha e feliz que ela tá :)

Ela tá ficando musculosinha...haha

Como ela apóia no braço da frente pra andar, ele tá ficando mais forte :)

E dorme sempre ao lado das irmãzinhas

Mamãe e Papai amam você, Esperança

Obrigada por deixar nossa casa mais bonita Alegre

Um beijo pra todos e até breve

Marisa



Escrito por Marisa às 20h23
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