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Adote um Gatinho


AUG na Vejinha desta semana!

 

A matéria completa está em: http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2116/quer-adotar-475075.html

 

ADOTE UM GATINHO

 

Apaixonadas por gatos desde a infância, as amigas Juliana Bussab eSusan Yamamoto criaram em 2003 a ONG Adote um Gatinho. Em pouco tempo, ela virou referência. Tudo por causa do cuidado com os mínimos detalhes, da captura do animal à avaliação do adotante. Juliana, jornalista, e Susan, que trabalha na área de marketing de uma rádio, em nada lembram o estereótipo das senhoras colecionadoras e protetoras de felinos, conhecidas como gateiras. "Sabemos os nossos limites", diz Juliana, dona de onze bichanos. Atualmente, 110 gatos vivem em um abrigo na Barra Funda e em lares temporários enquanto aguardam um dono. Mas não é fácil passar pelo crivo das duas. "De cada dez formulários de interessados, descartamos seis", afirma Susan. O processo de adoção - feito exclusivamente pela internet - pode levar até três semanas e as moças fazem questão de entregar o gato pessoalmente para conferir seu novo endereço.

 

www.adoteumgatinho.org.br. Não cobra taxa de adoção.

 



Escrito por Susan às 18h03
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Os gatinhos subiram pelas paredes

Pra quem achava que não tinha mais espaço em casa pra um novo gatinho, taí a solução.

Colocar os bichanos na parede.

A Dekalque, nova parceira da lojinha, tem adesivos lindos pra enfeitar as paredes da sua casa.

E quando você compra um adesivo de gatinho, 20% do valor vai pro tratamento e cuidados dos gatinhos do AUG.

Dá uma olhada nos peludos que viraram adesivo. http://adoteumgatinho.uol.com.br/lojinha/dekalque.htm

Ah, quando efetuar a compra, não esqueça de avisar que quer ajudar os gatinhos do AUG.




Escrito por Luisa às 18h00
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Esperança- a pufosa caçula

Olá amigas (os) gateiras (os)

 

Dona Esperança já encontra-se na sua nova casinha!!

E só tem me surpreendido!

É doce, carinhosa, ronronenta e conquistou o coração e o respeito de todos aqui Alegre

Olha ela e a Raissa no 2° dia já dormindo juntinhas!

 

Até Dona Bárbara, a fêmea "alfa" da casa, se rendeu aos encantos da panterinha Bobo

 

Ela é a prova viva que pré- conceito não serve pra nada!

Ela é tão adorável quanto qualquer gatinho normal que vemos por aí...

Pense com carinho nos casos de gatinhos adultos, que precisam de cuidados, os deficientes

pois esses parecem saber que são amados sem diferença e retribuem de forma singular nosso carinho :)

 

Olhem  a Esperança na caminha

 

E fazendo uma boquinha coletiva com a galera!!

 

Esperança é um sonho de amor realizado!

Valeu Tia Su!

Você me deu a chance de ser Mãe desta delicinha...

Lambeijinhos pra todos



Escrito por Marisa às 18h44
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Decisão difícil

Muitos aqui acompanham a história da Pepita, minha gatinha temporária que adotei no final do ano passado. A Pepita chegou em casa há um ano, junto com a Pepa. Ficou um bom tempo no quarto dos temporários sozinha, depois que a Pepa foi adotada. Por estar sozinha, eu morria de peninha e acabei a misturando com os meus gatos, Nico e Miguel [ex-Dálmata].

Neste meio tempo descobrimos que ela tinha problemas renais e eu acabei adotando a pequena. No carnaval, a Pepita teve uma crise forte e foi parar na UTI. Foram dois dias de soro na veia e muito sofrimento. Depois disso, iniciamos o tratamento com soro subcutâneo diário. Nossa, um sofrimento danado, para ela e para mim, pois não é nada fácil levá-la todos os dias para a veterinária.

Isso já faz quatro meses. Infelizmente, não conseguimos baixar as taxas da Pepita para suspender o soro. Mas, há cerca de um mês, decidimos intercalar os dias que ela toma soro. Assim, agora só vamos à vet segundas, quartas, sextas e sábados. É incrível, mas os dias que ela não toma soro ela fica feliz da vida, afinal, ninguém merece tomar injeção todos os dias, né?

Como olho de protetor tem imã para gatos, no feriado de Tiradentes, achei uma gatinha linda na rua. A Lorena, que a maioria já leu a história. Ela foi cuidada, operada, castrada e a intenção era doá-la. Por ser uma gata bebê e linda, mesmo sem estar no site, eu recebi uma série de e-mails com intenção de adotá-la. Fiquei super feliz.

Enquanto ela estava em tratamento, ficou na minha casa com meus gatos. Eu juro que minha intenção era doá-la. A Dra. Angélica inclusive “me proibiu” de adotá-la, pq a Pepita não pode ter nenhum tipo de stress por conta do seu estado de saúde. Também tem o Nico, meu primeiro gato ciumento e exclusivista que até gastrite nervosa teve. Só que o que a gente não esperava era que a Pepita adotasse a Lorena. E agora, como separá-las?

Conversei com a Angélica, mostrei as fotos e até vídeos. É uma coisa incrível. A Pepita choca a Lorena de tal forma que parece até mãe dela. Não pode ver a Lorena deitada que chega perto para se aninhar e cuidar da pequena. Como todo bebê, a Lorena perturba a Pepita até não poder mais, que nem liga e no máximo, a coloca de lado delicadamente. É uma graça de se ver.

Estando perto e participando do sofrimento dos gatinhos “encalháveis”, tive maior crise de consciência por adotar uma gata considerada linda e com chances reais de doação. Certeza que a Lorena ficaria apenas algumas horas no site. Mas, como separar a gatinha da minha filha dodói? Como saber se a Pepita não sofreria com a distância? Tive que me render, apesar de ter uma porção de gatos que eu acho lindos demais e que eu adoraria adotar, como Petuti, Petisca, etc... Mas eu não posso ir contra a decisão da Pepita em adotar a gatinha.

Sendo assim, Lorena é oficialmente minha nova filha, ou seria neta? Bom, o importante é que agora ela faz parte da minha família trazendo uma nova onda de esperança e ânimo para a gatinha mais linda, pequena e delicada que eu já conheci, minha filha Pepita. Que este ânimo se perpetue e que a Pepita tenha uma vida repleta de alegrias enquanto estiver conosco.

Diz se existe possibilidade de separá-las?



Escrito por Luisa às 22h22
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Notícias do Bart

Oi, tias e madrinhas

Estou escrevendo esta cartinha, pois todos devem estar curiosos em saber como eu, Bart - um gato lindo de morrer - mas com fama de bravo, mudei minha fama em menos de 48 horas.

No sábado as tias Dricka e Elisa, da Ong, vieram até o abrigo me buscar. Fiquei sabendo que a tia Dricka ia virar minha mamãe e era apaixonada por mim há meses, mas isso não me comoveu: fiz um pequeno show de fuzz e dei algumas patadas. No entanto isso não adiantou, pois minha mamãe não se convenceu com os meus fuzz, dizendo que eu só estava fazendo isso porque outro gatinho estava dando patada de medo e eu só estava repetindo o gesto, e acabou me levando para a casa dela.

Fiquei um pouco assustado quando cheguei lá, pois tudo era diferente. A caixa d'água que eu costumava ficar se transformou em um banheiro e a única coisa que dava para subir era ou na pia, ou no topo do box. Escolhi o topo do box. 

Quando a tia Elisa e a mamãe me viram lá em cima, elas se assustaram com meus miados, mas logo perceberam que era de medo. Depois de algum tempo desci do box e até deixei a tia Elisa e a mamãe passarem a mão em mim. Mas continuei fazendo alguns fuzz. Era um lugar desconhecido. Eu estava com receio.

No domingo cedo a mamãe deixou meus irmãos me verem. Além do Tigro e do Sansão (que também vieram do abrigo e agora são meus irmãos), havia um outro gatinho preto, de três pernas, conhecido como Blacky. Mamãe me disse que se eu o ganhasse, estava feito, porque ele é quem tem o temperamento mais difícil. Ele se aproximou e me cheirou. A mamãe ficou impressionada que ele não fez fuzz, nem rosnou ou bufou, como ele costuma fazer com os gatinhos temporários que ela leva para casa. Ora, claro que ele não ia fazer nada. Eu não sou gatinho temporário!

Era só para eu ver meus irmãos, mas quem disse que eu ia ficar quieto no banheiro? Aproveitei uma distração da mamãe e fui para o quarto. Quando vi o monte de brinquedos espalhados, não tive dúvidas: eu estava em casa. 

Deixei a mamãe tirar várias fotos. Ela disse que as madrinhas vão adorar! Minha mamãe mudou meu nome para Ziggy e eu já estou respondendo por ele, miando para ganhar carinho. Afinal, quem não gosta disso?

Estou muito feliz aqui na minha casa. Agora torço para que outros gatinhos, também com "fama" de bravos, consigam ter a mesma oportunidade que eu para mostrar que não são bravos, mas apenas assustados e carentes de amor.

Beijos a todos, 
Ziggy (ex-Bart)
Este sou eu antes de sair do abrigo, no dia em que a mamãe me buscou... Eu tava com medo né! Não sabia o que ia acontecer!
E este sou eu na casa nova. Ganhando o primeiro carinho da mamãe e da tia Elisa.
Agora com meus irmãos e na cama da mamãe. Não tirei a sorte grande?


Escrito por Elisa às 09h49
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Bom dia!!!

Na época em que os resgatinhos ficavam abrigados na "casa" da D. Elaine, eu achava estranho como alguns ariscos e bravos gostavam dela.

A gente ia lá toda semana, levava comida, ração, brincava, falava fininho... Mas que nada, só ela conseguia pegá-los, medicá-los e fazer carinho em algum deles. Isso acontecia inclusive com o Pompom, um dos gatos mais arredios e bravos que já tivemos.

Pois hoje eu tenho minha própria colecão de encalhados em casa. Quando toca a campanhia eles desaparecem, se escondem, somem. E se alguem tenta se aproximar, eles saem voando ou dáo patadas nervosas.

Mas comigo - e só comigo - não é assim. Na hora em que vou dar bom dia, por exemplo, é uma esfregação só. É ver para crer...


Depois de meses ou anos com a tia Susan, eles passaram a gostar dela. E aí, será que esses encalhadinhos, que vivem no quintal e não tem o conforto quentinho de um lar e atencao especial (e dá pra dar atencao pra tantos juntos??) não merecem uma chance?



Escrito por Susan às 23h01
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