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Adote um Gatinho


Meninas,

Nos últimos dois meses eu tenho ajudado na produção de uns vídeos pro canal que eu trabalho.

Nossa locação fica no Belenzinho, num "condomínio" bem tranquilo , com casas simples e algumas abandonadas.

Na primeira vez que eu fui eu encontrei um gato. Na segunda vez, eu não vi nenhum.

Na terceira, eu cruzei com pelo menos 8!!! Muitos deles, tem donos, mas vivem soltos, e eventualmente um ou outro morre atropelado. Numa casa, a moradora colocou um cartaz pedindo pra que as pessoas não abandonem seus gatos na porta da casa dela!!

Nessa casa inclusive eu encontrei o gato mais estranho que eu já vi na vida!!

                             




Escrito por Yone às 15h08
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No ramo da proteção animal me considero uma novata, ainda assim já dá pra dizer que não é fácil, é bom, gratificante e muito valioso, mas não é fácil.

Recentemente causou polêmica o post da Su sobre quem adota e depois devolve o gatinho por motivo “x”, mas, se nem tudo são flores também não há só espinhos.

Meu primeiro lar temporário foi para uma família tricolor resgatada lá da D. Lourdes, quem ainda não conhece a história pode saber de todos os detalhes navegando pelo blog ou lá no GATOCA http://gatoca.blogspot.com/2007/12/tudo-o-que-voc-sempre-quis-saber-sobre.html.

A Mãe, Iris, chegou pele e osso, sem pêlos, forrada de pulgas, medrosa e assustada, passou três meses comigo e mal podia tocá-la.

Pensei: Essa gata vai ficar aqui pra sempre!

Até que um dia, rápido até para uma gatinha adulta e arisca, recebo o e-mail: “quero adotar a Iris”.

A pretendente era Julia Cabral, conversa vai, conversa vem, expliquei tudinho, a história da gata, a personalidade, o medo, mas, mesmo assim ouvi: quero ficar com ela!

Entreguei a gata com um certo receio “não vão se adaptar, vão devolver, não terão paciência”.

Pra que vocês tenham uma idéia, ela era tão medrosa que, quando fui tirá-la da caixa de transporte na casa nova, ela fez coco, era 19/05/08.

 

Hoje recebo da Júlia este e-mail:

 

“A Iris ainda está meio arisca, continua passando o dia
embaixo das coisas, dentro do sofá (sofá cama, que tem um espaço
grande dentro... agora é a cama dela...), nos armários, debaixo da
cama, atrás da máquina de lavar... mas deixa fazer carinho, e já
deixou meu marido pegar ela no colo (ele trabalha em casa, então ele
que passa a maior parte do tempo com elas). À noite ela sai, passeia
pela casa e brinca com a Suri. Só não gosta que mexa com ela na hora
de comer, ela fica brava. Enfim, não tenho pressa dela se soltar...
já fez grandes progressos desde o dia que chegou.
De todo jeito, acho que ambas estão muito bem, e parecem felizes. =]
E eu fico muito feliz em poder cuidar delas.”

 

Amor é isso, é aceitar o outro sem restrições, é dar o tempo que ele precisa, é consolidar laços de afeto e confiança diariamente, é compreender e se adaptar sempre.

 

Pretendo seguir na proteção animal pelo resto da minha vida, mas tenho certeza de que esta adoção jamais será esquecida.

 

Julia, muito obrigada!

 



Iris na casa nova

 



Escrito por Mariana às 21h57
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Adote uma Gatinha

Este é meu primeiro post no blog do AUG, o primeiro como membro oficial da ONG porque muitas das minhas cartinhas já foram postadas aqui.

E é um post de responsabilidade, estou aqui pra contar histórias especiais de gatinhas especiais.

Algumas vezes a gente olha pra um gatinho e pergunta – por que?

Por que um gatinho lindo, carinhoso, tudo de bom fica anos com a gente sem encontrar uma família, sem ter a chance de ter sua própria casa, seu sofá quentinho, sem ter a chance de amar e ser amado, sem saber o que é ter carinho de verdade?

Por que alguns deles estão destinados a passar a vidinha inteira num abrigo, no meio de um monte de outros gatos, sem ter a atenção, o carinho e os todos os cuidados que merece?

Este post é pra tentar mudar essa história, pra tentar fazer a diferença pra estas quatro vidas.

Por que como dizem os versos de um poema do qual eu não me lembro o nome agora, (nem do poema e nem do autor) “...NÃO DÁ PRA MUDAR O COMEÇO, MAS A GENTE QUISER, DÁ PRA MUDAR O FINAL...”

Estas gatinhas tiveram o mesmo começo de muitos, sofrido, difícil, mas tiveram uma segunda chance, a chance de uma vidinha mais tranqüila, com a certeza de abrigo e comida, mas a gente quer mais, a gente quer que elas tenham uma família, que conheçam o amor e a vida que todo bicho merece.

 

 

Esta é a Pepita, uma preta e branca como tantas outras que veio do litoral de São Paulo arisca, receosa, que amarga três anos de abrigo a procura de uma família, hoje ela ganhou lar temporário, está provando o gostinho de ter família.

No lar temporário Pepita se transformou de arisca em carinhosa, de receosa em companheira.

E eu me pergunto – é justo que ela volte pro abrigo agora?

 

 

Outra preta e branca, Pepa tinha casa, família, conheceu o lado bom da vida e perdeu tudo de uma vez, seu dono morreu e ela foi despejada, há dois anos procura uma família que queira recebê-la de braços abertos, independentemente de cor ou idade, a Pepa é um grude, adora carinho, atenção, é uma gatinha dos sonhos, amiga, companheira, a gatinha que todo mundo quer ter, mas por não ser mais um filhotinho brincalhão pra ela as portas se fecharam.

 

 

A Ariel, escaminha tricolor, estava na carrocinha, ia ser sacrificada, foi resgatada e levada para o abrigo, Deus sabe o que esta gatinha passou, arisca, medrosa, assustada, foi para o lar temporário e virou uma princesa, bastou sentir confiança pra se entregar sem medo de sofrer outra vez, e mais uma vez eu pergunto – quantas pessoas tem essa coragem? Quantas pessoas sabem se entregar depois de levar uma rasteira da vida? A Ariel sabe, e tudo que ela precisa é de uma chance pra ser e fazer feliz.

 

 

Por fim, a tigrinha Shannon, abandonada ainda filhote na porta da nossa veterinária, cresceu numa gaiolinha, sem nunca conhecer o lado bom da vida, foi para o abrigo, mas não se adaptou, emagreceu, ficou doente, no lar temporário está aprendendo o que é amor e aprendendo a confiar, difícil aprender a confiar quando nunca tivemos uma chance, mas ela está.

 

Se você quer adotar uma gatinha, uma companheira de verdade, pra vida toda, uma delas com certeza deve ser a sua outra metade.

Enquanto muita gente procura filhotes, pelos longos e olhos azuis gatinhos especiais passam anos esperando a chance de ter uma família, muitos cruzam a ponte do arco-íris sem saber o que é isso, sem ter a sua oportunidade.

 

Adote um gatinho sofrido e você vai descobrir a imensa capacidade desses seres de superar as tristezas e desfrutar o que a vida lhes oferece de melhor, de virar a página e desfrutar sem medos o que a vida tem de bom, faça uma dessas gatinhas feliz e se surpreenda com o que ela pode fazer por você

 

Adote e sinta, em todos os momentos, o que é gratidão de quem já sofreu na pele o abandono.



Escrito por Mariana às 22h05
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Notícias do Valentim

que agora se chama Juca!

No sábado, a Marisa Licursi foi até a clínica da Dra Angélica e levou meu pequenino embora...
Ai, fiquei tão feliz! Aquela coisinha sofrida merecia o melhor dos lares. E conseguiu!

Má, obrigada por tudo! Pelo carinho, pela paciência, pelo amor, por t-u-d-o.

beijos!





Escrito por Susan às 21h04
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Cartinha diferente!

Gente, hoje recebi mais uma cartinha! Mas essa foi do Márcio, papai da Nami e do Drizzt, que quer contar da felicidade dele ao comemorar um mês com os dois pequenos!

"Oi, pessoal! Como estão todos?

Desta vez, em comemoração ao meu primeiro mês como pai de gatinhos, eu mesmo decidi assumir o teclado e mandar uma cartinha.

O tempo voa, né? Há um mês, aportaram aqui em casa esses dois presentes: a Nami e o Drizzt.

Quando fui ao abrigo e os encontrei pela primeira vez, eles eram pequenininhos, menores que o meu sapato. E o Drizzt já tinha essa cara de bravo! XD Agora, os meus sapatos se tornaram brinquedos dos dois! O Drizzt está imenso: com cinco meses, já passou de 2,5 kg! A Nami é um pouquinho mais delicada.

No início, passamos vários sustos. Calicevirose, otite, vermes, mas os dois estão firmes, fortes e brincalhões. É muito massa ver os dois brincando pela casa; seja com o Tufo (um rato branco que já perdeu o rabo), a Cher (um rato colorido que perdeu os olhos e as orelhas), seja nos "cat fights". Ou usando o arranhador, o bebedouros, os potes coloridos, tudo muito legal ^^

Ah, e eles são alucinados por colo. Basta alguém sentar perto deles que já pulam em cima. Enquanto escrevo, eles disputam o espaço aqui em cima dos meus joelhos :P

Aprendi com eles que de fato, a rotina muda quando, ao chegar cansado de um dia de trabalho, você é recebido com o carinho de duas criaturinhas tão maravilhosas. Tolo é aquele que taxa todo gato como "um bicho egoísta e interesseiro". Um dia, por exemplo, estive de cama, doente, e os dois ficaram a tarde inteira do meu lado, com direito a lambidinhas pra que eu me sentisse melhor!

E como não amolecer quando os bichinhos fazem o maior esforço pra aprender a abrir uma porta, pra passar a noite ao meu lado? Sinceramente, não tem como acreditar que uma criaturinha dessa só faz coisas por interesse.

Claro, tenho que admitir que nem sempre é fácil. Eles são muito curiosos e eu fico muito preocupado, não apenas com eles, mas também com as coisas de casa... Já houve baixas no processo (uns equipamentozinhos caros do computador, por exemplo... ^^'), e um monte de coisas na casa mudaram por causa dos dois. A vontade deles de estar comigo de madrugada também dificultava a noite de descanso para o dia de trabalho seguinte...mas essas eventualidades nem se comparam ao quão bom é o lado bom de tê-los aqui comigo! Ter os dois pra me alegrar, quando a gente tem um dia cheio de broncas, é melhor que Mastercard! ;D hehe

Enfim, muita coisa mudou por aqui, sim, principalmente comigo. Me sinto bem por vê-los saudáveis: é sinal de que estou conseguindo continuar o que as meninas do AUG começaram. Converso muito com eles, corremos atrás de cadarços e caixas de papelão e depois eu cheiro a barriguinha dos dois. Penso neles antes de programar fins de semana, compras e horários. Afinal, em um mês, duas criaturinhas tão pequenas confiaram em mim pra ser o papai delas e me encheram de carinho. O mínimo que eu posso fazer é dar o melhor de mim para ser um bom pai.

Muitos dos meus amigos ainda acham que enlouqueci...mas é porque eles nunca tiveram o prazer de ter gatinhos em casa. E se alguém aí pensa em se tornar papai de primeira viagem também... eu recomendo!

Esse é o primeiro mês de uma vida inteira. :)

Abraços a todas,

Márcio."

Fotinhos!!!!



Escrito por Elisa às 10h00
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Outro dia de sol

Não, não é o jogo dos 7 erros, tias. É que hoje é domingo e, assim como ontem, o dia também é de sol.
A tia Susan colocou os "balõezinhos" que a tia Sil pediu...rs




Escrito por Susan às 11h57
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